Livreto Celebrativo | Posse Canônica de Dom Felipe Ferreira XIV Arcebispo Metropolitano da Bahia


LIVRETO CELEBRATIVO

SANTA MISSA SOLENE DE POSSE CANÔNICA DE DOM FELIPE FERREIRA 
XVI ARCEBISPO METROPOLITANO DA ARQUIDIOCESE DA BAHIA

PRESIDIDA POR SUA EXCELÊNCIA REVERENDÍSSIMA
DOM VICTOR SCOGNAMIGLIO 
NÚNCIO APOSTÓLICO 

ARQUIDIOCESE DA BAHIA| NUNCIATURIA

Catedral Metropolitana e Primaz do Brasil
Bahia, 01 de julho de 2026
Quarta-feira - 01.07.2026

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A não ser que se encontre legitimamente impedido, o promovido ao múnus de Bispo diocesano deve tomar posse canônica da sua diocese, Ⓗ dentro de dez dias a contar da recepção das Letras Apostólicas, se ainda não tiver sido ordenado Bispo; se já tiver sido ordenado, dentro de sete dias a contar da sua recepção.

Se o Bispo for ordenado na sua própria igreja catedral, toma posse da diocese com o rito da ordenação, no qual são apresentadas e lidas as Letras Apostólicas e o ordenado se senta na sua cátedra. 

Se o Bispo tiver sido transferido doutra Igreja, ou não receber a ordenação na sua igreja catedral, toma posse da diocese, dentro do prazo estabelecido pelo direito, com o rito da recepção, como adiante se descreve. Nestes casos, o Bispo pode, por justa causa, tomar posse da sua diocese por meio de procurador. É contudo, preferível que o Bispo tome posse pessoalmente.

CHEGADA DO BISPO

RECEPÇÃO DO BISPO

O Bispo é recebido à porta da igreja catedral pela primeira dignidade do cabido, ou, não havendo cabido, pelo reitor da mesma igreja, revestido de pluvial. Este apresenta-lhe o Crucifixo a beijar, e a seguir o aspersório da água benta, com o qual o Bispo se asperge a si mesmo e aos presentes.

Depois, convém seja conduzido à capela do Santíssimo Sacramento, que adora, de joelhos, por alguns momentos. 

Em seguida, dirige-se para a sacristia, onde o mesmo Bispo, presbíteros concelebrantes, diáconos e restantes ministros se paramentam para a Missa, que será celebrada segundo o rito estacional.

MISSA

RITOS INICIAIS

CANTO DE ENTRADA

Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz esteja convosco.
℟.: — O amor de Cristo nos uniu.

O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.

LEITURA DA BULA DE NOMEAÇÃO 

O Chanceler Arquidiocesano dirige-se ao ambão e apresenta a Bula Apostólica de nomeação de Dom Felipe Ferreira para a Sé Arquidiocesana. Em seguida, procede-se à leitura integral do documento.

BENEDICTUS EPISCOPUS
SERVUS SERVORUM DEI

Ao dileto filho Felipe  Ferreira  ,
 até então Bispo-Auxiliar de Bahia, 
nomeado Arcebispo Metropolitano da mesma Sé da Bahia
saudação e bênção apostólica.

A solicitude do nosso múnus pastoral, divinamente confiada a nós, urge-nos assiduamente a providenciar pastores idôneos para todas as Igrejas do mundo, que sejam capazes de apascentar e governar o rebanho do Senhor pela virtude da palavra e pelo exemplo de vida. Como, portanto, a Arquidiocese Metropolitana e Primaz da Bahia esteja vacante e desprovida de consolo pastoral, após a renúncia do seu último Bispo, nosso Venerável Irmão Rhiquelme, nós, ansiosos pelo seu governo, voltamos os olhos da nossa mente para ti, dileto Filho, que no exercício do múnus episcopal como Auxiliar da mesma Sede, provaste abundantemente egrégias qualidades de alma e de engenho, piedade, doutrina e prudência na condução dos negócios.

Por isso, com o conselho dos nossos Veneráveis Irmãos Bispos da Santa Igreja Romana que presidem o Dicastério para os Bispos, em virtude da nossa suprema e Apostólica autoridade, absolvendo-te do vínculo da Sé titular e do ofício de Auxiliar, te constituímos e nomeamos ARCEBISPO METROPOLITANO E PRIMAZ DO BRASIL da mencionada Arquidiocese da Bahia, concedendo-te os direitos, privilégios, honras e ônus que competem a esta dignidade e grau pastoral.

Antes, porém, de assumires a cátedra metropolitana, deverás fazer a profissão de fé e o juramento de fidelidade a Nós e aos Nossos Sucessores, segundo os sagrados cânones. Queremos, além disso, que estas Nossas Letras sejam lidas ao clero e ao povo no templo catedral da tua Arquidiocese, aos quais exortamos, com caridade cristã, que te acolham com a devida reverência como seu Pastor e Pai, e te obedeçam em tudo.

Por fim, dileto Filho, pela intercessão da Beatíssima Virgem em sua Imaculada Conceição e de São Francisco Xavier, ardentemente te recomendamos ao Divino Pastor, para que, sustentado pela sua graça, possas cumprir fielmente este novo múnus para o bem espiritual e temporal do rebanho que te foi confiado.


Datum Romae, apud Sanctum Petrum, die VIII mensis VI, anno Domini bis millesimo vicesimo sexto, Pontificatus Nostri secundo. 
BENEDICTUS PP. VIII

Concluída a leitura, a Bula Apostólica é exibida aos fiéis e posteriormente recolhida ao arquivo da Cúria Diocesana.

TOMADA DE POSSE CANÔNICA

O Núncio Apostólico convida Dom Felipe Ferreira a tomar assento na Cátedra Arquidiocesana a, sinal visível da posse canônica na Diocese. 

Dom Felipe dirige-se à cátedra e toma assento. A assembleia manifesta sua alegria e acolhida por meio de prolongada salva de palmas.

SAUDAÇÃO AO BISPO

Em seguida, de acordo com os costumes locais, o cabido e pelo menos parte do clero, e algumas autoridades e, se por oportuno, a autoridade civil porventura presente, aproxime-se do seu Bispo, para que eles manifestem obediências e respeito, seguindo a seguinte ordem:

Os membros do cabido, em seguida os membros do colégio dos consultores, os padres e em seguida os diáconos do clero Diocesano.

Após a saudação do clero ao novo Bispo Diocesano, o mesmo continua a presidir as celebrações.

HINO DO GLÓRIA

Canta-se ou recita-se em seguida o hino.
Pres.: Glória in excélsis Deo!

ORAÇÃO COLETA

Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos, profere a oração Coleta:
Ó Deus, pastor eterno dos fiéis, que governais o vosso rebanho com proteção constante, concedei à vossa Igreja um pastor que vos agrade pela santidade e nos sustente vigilante com o seu zelo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

PRIMEIRA LEITURA
(At 20,28-32)

Leitor: Leitura dos Atos dos Apóstolos.
Naqueles dias, Paulo disse aos anciãos da Igreja de Éfeso:
“Cuidai de vós mesmos e de todo o rebanho, sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu guardas, para apascentardes a Igreja de Deus, que ele adquiriu para si pelo sangue do seu próprio Filho.
Eu sei que, depois da minha partida, aparecerão entre vós lobos ferozes, que não pouparão o rebanho. E do meio de vós mesmos surgirão homens que ensinarão doutrinas perversas para arrastar os discípulos atrás de si.
Por isso, vigiai! Lembrai-vos de que durante três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um de vós.
Agora, eu vos confio a Deus e à palavra da sua graça, palavra que tem poder para edificar e dar a herança a todos os que foram santificados”.

Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

SALMO RESPONSORIAL
(Sl 22(23)

— O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma.

— O Senhor é o pastor que me conduz;
não me falta coisa alguma.
Pelos prados e campinas verdejantes
ele me leva a descansar.

— Para as águas repousantes me encaminha,
e restaura as minhas forças.
Ele me guia no caminho mais seguro,
pela honra do seu nome.

— Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso,
nenhum mal eu temerei.
Estais comigo com bastão e com cajado;
eles me dão a segurança!

— Preparais à minha frente uma mesa,
bem à vista do inimigo;
e com óleo vós ungis minha cabeça,
o meu cálice transborda.

— Felicidade e todo bem hão de seguir-me
por toda a minha vida;
e, na casa do Senhor, habitarei
pelos tempos infinitos.

SEGUNDA LEITURA
(1Pd 5,1-4)

Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Pedro.
Caríssimos:
Exorto os presbíteros que estão entre vós, eu, presbítero como eles, testemunha dos sofrimentos de Cristo e participante da glória que será revelada:
Apascentai o rebanho de Deus que vos foi confiado. Cuidai dele, não por coação, mas de boa vontade, como Deus o quer; não por torpe ganância, mas de coração generoso; não como dominadores daqueles que vos foram confiados, mas antes como modelos do rebanho.
Assim, quando aparecer o supremo Pastor, recebereis a coroa permanente da glória.

Leitor: Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.

ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO

Segue-se o Aleluia.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!

Enquanto isso, o sacerdote, quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono, que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se profundamente diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
℣.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono faz o sinal da cruz e responde:
℣.: Amém.

EVANGELHO
(Jo 21,15-17)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
℣.:
O Senhor esteja convosco.
℟.: Ele está no meio de nós.

O diácono ou o sacerdote diz:
℣.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
e, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

℣.
Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro:
“Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?”
Pedro respondeu:
“Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”.
Jesus lhe disse:
“Apascenta os meus cordeiros”.
E perguntou uma segunda vez:
“Simão, filho de João, tu me amas?”
Pedro respondeu:
“Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”.
Jesus lhe disse:
“Apascenta as minhas ovelhas”.
Pela terceira vez, perguntou a Pedro:
“Simão, filho de João, tu me amas?”
Pedro ficou triste porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu:
“Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”.
Jesus lhe disse:
“Apascenta as minhas ovelhas”.
℣.: Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor.

Depois beija o livro, dizendo em silêncio a oração.

HOMÍLIA

Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.

PROFISSÃO DE FÉ
(Símbolo Apostólico)

Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé.

Pres.: Professemos a nossa fé.
Ass.: Creio em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo, seu único Filho, nosso Senhor;
(Todos se inclinam)
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo; nasceu na Vhirghem Maria,
(Todos erguem-se)
padeceu sob Pôncio Pilatos, foi crucificado morto e sepultado; desceu à mansão dos mortos; ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os mortos; creio no Espírito Santo, na santa Igreja Católica, na comunhão dos santos, na remissão dos pecados, na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.

LITURGIA EUCARÍSTICA

PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS

Inicia-se o canto da preparação das oferendas, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice, a pala e o Missal.

Convém que os fiéis expressem sua participação trazendo uma oferenda, seja pão e vinho para a celebração da Eucaristia, seja outro donativo para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé junto ao altar, recebe a patena com o pão em suas mãos e, levantando-a um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

O diácono ou o sacerdote coloca vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.

Em seguida, o sacerdote recebe o cálice em suas mãos e, elevando-o um pouco sobre o altar, diz em silêncio a oração: depois, coloca o cálice sobre o corporal.

Em seguida o sacerdote, profundamente inclinado, reza em silêncio.

E, se for oportuno, incensa as oferendas, a cruz e o altar. Depois, o diácono ou outro ministro incensa o sacerdote e o povo.

Em seguida, o sacerdote, de pé ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio a oração.

CONVITE À ORAÇÃO

Estando, depois, no meio do altar e voltado para o povo, o sacerdote estende e une as mãos e diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote profere a oração sobre as oferendas;
Pres.: Recebei, Senhor, as oferendas que vos apresentamos pela vossa Igreja e por seu pastor, para que, fortalecidos por estes santos mistérios, perseveremos na unidade da fé e no vínculo da caridade. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

PREFÁCIO DOS SANTOS PASTORES
(A missão dos Pastores na Igreja)

Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação.

O sacerdote, de braços abertos, reza ou canta o Prefácio.
Pres.: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso.
Por Cristo, Senhor nosso.
Em vosso admirável desígnio, quisestes que os santos Pastores participassem da missão do vosso Filho, e continuais a apascentar o vosso rebanho por meio deles. Hoje, pela palavra e pelo exemplo, eles conduzem o vosso povo, santificando-o em nome de Cristo.
Por isso, com os Anjos e os Arcanjos, os Tronos e as Dominações e todos os coros celestes, proclamamos a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO 

 ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
OU CÂNON ROMANO

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Bento, a mim vosso indigno servo que tomo posse como arcebispo desta igreja, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
A assembleia aclama:
℟.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!
(*) Aqui pode-se fazer menção dos Bispos Coadjutores ou Auxiliares, conforme vem indicado na Instrução Geral sobre o Missal Romano, n. 149.

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:
℟.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:
℟.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
℟.: Enviai o vosso Espírito Santo!

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI:
ISTO É O MEU CORPO,
QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI:
ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE,
O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA,
QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS
PARA REMISSÃO DOS PECADOS.
FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama:
℟.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
 
Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
℟.: O Espírito nos una num só corpo!

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N. que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).
A assembleia aclama:
℟.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não phor nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

DOXOLOGIA

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo,
a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo,
toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.

ORAÇÃO DO SENHOR

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: — Rezemos, com amor e confiança, a oração que o Senhor Jesus nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu;  o pão nosso de cada dia nos daí hoje,  perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. 
℟.:  
Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.

O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.:
A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.

Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS! 

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
TENDE PIEDADE DE NÓS!

CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO, 
DAI-NOS A PAZ!

Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

Em seguida, o sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia na mão e, elevando-a um pouco sobre a patena ou sobre o cálice, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio e reverentemente comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio; e reverentemente comunga o Sangue de Cristo.

Em seguida, toma a patena ou o cibório, aproxima-se dos que vão comungar e mostra a hóstia um pouco elevada a cada um deles, dizendo:
℣.: O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
℟.: Amém.
E comunga.

Enquanto o sacerdote comunga o Corpo de Cristo, inicia-se o canto da Comunhão.

Distribuída a comunhão, a reserva eucarística para a comunhão do dia seguinte é deixada sobre o altar. O sacerdote, junto à cadeira, conclui a Missa com a oração depois da comunhão.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

Em seguida, junto ao altar ou à cadeira, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz de mãos unidas:
Pres.:  
Oremos.
Em seguida, o sacerdote, de braços abertos, profere a oração:
Renovados pelo sacramento da salvação, nós vos pedimos, Senhor, que o vosso servo, constituído pastor da Igreja, conduza o povo que lhe foi confiado ao conhecimento da verdade e à plenitude da vida cristã. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.

LEITURA DA ATA DE POSSE

Após a pós-oração-comunhão, o Chanceler Arquidiocesano, ou um outro presbítero nomeado, lê a Ata da Posse.

RITOS FINAIS

BÊNÇÃO FINAL

Se necessário, façam-se breves comunicações ao povo.

Em seguida, faz-se a despedida. O sacerdote, voltado para o povo, abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.

O sacerdote ou diácono diz:
Sac. ou Diác.: Inclinai-vos para receber a bênção.

Pres.: Deus, que edificou a sua Igreja sobre o fundamento dos Apóstolos, vos abençoe por seus méritos gloriosos.
℟.: Amém.

Pres.: Ele, que vos quis instruir e fortalecer por meio dos pastores da Igreja, vos conceda permanecer firmes na fé.
℟.: Amém.

Pres.: E, conduzindo-vos pelos caminhos da paz e da caridade, vos faça chegar à pátria eterna.
℟.: Amém.

Pres.: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
℟.: Amém.

Para despedir o povo, o diácono, ou, na sua ausência, o próprio sacerdote canta ou diz:
℣.: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℟.: Graças a Deus!
Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita com os ministros a devida reverência, retira-se.

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